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Sobre Nós

Licenciado em Medicina e Cirurgia pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa em 1978

Especialista em Estomatologia e Ortodontia pela Ordem dos Médicos

Master em Sono pela Universidade Pablo de Olavide, Sevilha

Membro credenciado em Medicina Oral do Sono pela European Academy of Dental Sleep Medicine

Sócio fundador e vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina Oral do Sono, SP-Sono

Sócio da Sociedade Espanhola de Medicina Oral del Suenoo

Coordenador Médico da Unidade de Saúde Oral dos SAMS do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas e criador da consulta de Medicina Oral do Sono nessa Unidade

Ex-Assistente das disciplinas de Prótese Fixa e Removivel do Instituto Superior Egas Moniz, Monte da Caparica

Ex-Consultor da Associação de Cuidados de Saúde da Portugal Telecom, PT-ACS

Membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Ortodontia, SPO

Sócio da Sociedade Portuguesa de Ortopedia Dento-Facial

Sócio da Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária

Equipamento de última geração

Atendimento Personalizado

Excelência Médica

Equipa multidisciplinar

Os nossos serviços

O QUE É?

A Medicina Oral do Sono é a valência que diagnostica e trata as alterações do sono provocadas por obstrução mecânica ao fluxo ventilatório em repouso.

A Medicina do Sono tem-se desenvolvido, de uma forma geral, nos ultimos anos não só no conhecimento e diagnóstico das perturbações, mas também na terapeutica. A Roncopatia (ressonar) e a Apneia Obstrutiva são das situações mais frequentes e podem coexistir ou não. A Apneia Obstrutiva é classificada em 3 categorias: Leve, Moderada e Grave.

A Roncopatia e a Apneia Obstrutiva Leve podem e devem ser tratadas com Dispositivo de Avanço Mandibular (DAM) por um Médico Estomatologista com formação em Medicina do Sono. É a intervenção precoce nesta fase que pode evitar o seu agravamento e a progressão para as fases de maior garvidade, só passiveis de serem tratadas com aparelhos de pressão positiva (CPAP).

A existencia de Roncopatia e/ou Apneia induz a interrupção do ciclo normal do sono, condicionando diminuição do repouso e proporcionando cansaço diurno excessivo com aumento da sonolencia e das probabilidades de acidentes profissionais e de viação. 

DISPOSITIVO DE AVANÇO MANDIBULAR

O Dispositivo de Avanço Mandibular (DAM) está indicado nas situações, diagnosticadas por polissonografia ou poligrafia, de Roncopatia (Ressonar) simples, Apneia Obstrutiva do Sono de grau Leve, ou de Grau Moderado quando há intolerancia ao uso de Dispositivo de Pressão Assistida (CPAP).

Para tal é necessário a existencia de um estado de saúde oral compativel, não podendo existir cáries, infecções, doença gengival, etc. E, óbviamente, é necessário a existencia de um número de dentes por arcada suficiente para a aplicação do DAM.

Existem diversos tipos de dispositivos, mas os verdadeiramente eficazes são os confeccionados individualmente e passiveis de serem titulados, isto é, regulados caso a caso consoante a resposta do paciente, no sentido de se conseguir o maior beneficio com o menor incómodo.

A sua eficácia resulta do facto de que a propulsão da mandibula (maxilar inferior) condiciona a abertura da orofaringe, melhorando a permeabilidade da via aérea e diminuindo ou anulando a obstrução. 

Deve ser aplicado e controlado por um Médico Estomatologista com formação em Medicina Oral do Sono.

O QUE É?

Endodontia é a especialidade que trata a patologia da polpa dentária e dos tecidos perirradiculares, ocupando-se da etiologia, diagnóstico, prevenção e tratamento das lesões a eles associados

PORQUE POR VEZES NECESSITO DE NOVA DESVITALIZAÇÃO?

Como por vezes acontece com qualquer procedimento dentário ou médico, um dente pode não curar como esperado após o tratamento inicial, por uma variedade de razões:

 

  • Canais estreitos ou curvas que não se conseguiram tratar durante o procedimento inicial.
  • O aparecimento de nova cárie pode expor o material de obturação do canal radicular à contaminação por bactérias, fazendo com que uma nova infecção se instale no dente.
  • Uma coroa solta ou rachada pode expor o dente a nova infecção.
  • Fratura de uma ou mais raízes

 

Se optar pelo retratamento, será feita a remoção da obturação do canal, e os canais serão novamente limpos e selados.

Sempre que possível, é melhor salvar o seu dente natural. Dentes desvitalizados podem funcionar bem por anos, até mesmo por toda a vida.

Os avanços na tecnologia estão constantemente a mudar a forma como os tratamentos são realizados. Podem até existir materiais e técnicas mais recentes que não estavam disponíveis quando realizou o 1º tratamento

TRATAMENTOS

O tratamento endodôntico ou “desvitalização” é um dos procedimentos mais comuns e frequentemente realizados em Medicina Dentária. Este tratamento simples e indolor pode salvar os seus dentes naturais e evitar a necessidade de implantes dentários ou pontes.

No centro dos dentes encontra-se a polpa. A polpa é uma conjunto de vasos sanguíneos e terminações nervosas que mantêm o dente “vivo” e que lhe confere sensibilidade. A infecção da polpa pode ser causada por traumatismo dentário, cárie profunda, fissuras ou, no limite, fraturas. Sintomas da infecção na polpa podem ser variados, sendo os mais evidentes o aumento de sensibilidade à temperatura ou dor na mastigação, ou até mesmo aparecimento de abcessos dentários (aumento de volume na gengiva com dor e por vezes drenagem de exsudado inflamatório (pus).

Se sentir algum dos sintomas referidos anteriormente, deve consultar o seu dentista para que seja feito um raio-x e avaliar a necessidade de medicação prévia à desvitalização. É importante referir que a superfície dos seus dentes pode parecer intacta e saudável, mas a sua estrutura vascular e nervosa estar afetada!

Na desvitalização a polpa é removida e o sistema de canais radiculares é completamente limpo e selado. Este tratamento envolve geralmente anestesia local e pode ser completado em uma ou mais visitas, dependendo do tratamento requerido.

O sucesso para este tipo de tratamento não é garantido, mas ocorre em pelo menos cerca de 90% dos casos. Se o seu dente não é passível de tratamento endodôntico ou se o prognóstico for desfavorável, será informado no momento da consulta ou quando se torna evidente uma complicação durante ou após o tratamento.

Quando o tratamento é concluído, é de extrema importância realizar a reconstrução do dente, seja por técnicas convencionais ou recorrendo a próteses fixas (coroas cerâmicas), caso se verifique essa necessidade.

Não é vulgar que após uma desvitalização existam complicações. No entanto, se tal ocorrer, deve consultar o seu dentista de forma a esclarecer que cuidados a ter ou mesmo que medicação realizar em caso de necessidade.

CIRURGIA ORAL

A Cirurgia Oral é a valencia da Estomatologia que resolve as situações de dentes inclusos e outros tipos de lesões da cavidade oral sejam elas de origem neoplasica ou outra e que necessitem de abordagem cirurgica.

Um dente incluso é uma situação frequente que deve ser diagnosticada e controlada, porque pode ser sede do desenvolvimento de um quisto de origem dentária. A atitude mais correcta é a sua remoção, mas, não sendo feita, deve ser realizado um RX de controle com periodicidade anual. 

A Implantologia é uma área das áreas da Cirurgia Oral com mais importância e com maior desenvolvimento actualmente. 

O QUE É?

Implantes dentarios,  são  raízes artificiais que se colocam (implantam) na maxila ou mandíbula, criando uma base sólida sobre a qual podem ser realizadas restaurações de dentes individuais ou próteses parciais ou totais, funcionando de forma semelhante aos dentes naturais.

 Os implantes dentarios permitem mastigar com total comodidade, sorrir e falar com a mesma segurança que com os nossos próprios dentes. São feitos de materiais à base de titânio.  Após a instalação do implante ocorre uma união com o tecido ósseo, chamada ósteo integração após a qual pode ser realizada a reabilitação protética

IMPLANTE DENTÁRIO

Os implantes dentários utilizam-se em casos de perda de um ou mais dentes quando se pretende efectuar prótese fixa. Nestes casos funcionam como raízes naturais. Usam-se ainda no caso de doentes desdentados em que a estrutura óssea e a mucosa oral não permitam a utilização de uma prótese total com conforto e estabilidade. Aqui funcionam como retentores da prótese. 

PRÓTESE FIXA

Prótese dentária fixa (Coroas e Pontes)

As próteses fixas são constituídas por coroas e pontes suportadas por dentes naturais ou implantes.
As coroas dentárias são capas que se destinam a reconstruir a coroa natural do dente parcialmente destruído. Podem ser metálicas, metalocerâmicas ou inteiramente cerâmicas e ainda em Zircóneo. Implica a existência de parte da estrutura do dente que se propõe reconstruir e ao qual será cimentada. Quando tal não acontece, a coroa pode ser fixa a um implante dentário através de um parafuso, ou cimentada. 
Coroa Richmond - No caso de só restar a raiz do dente natural (por exemplo quando o dente parte pela raiz), a coroa artificial pode ser feita com uma extensão que entra pelo canal pulpar (canal do nervo) existente no interior da raiz. Também pode ser construída em duas partes, um poste que entra na raiz e uma coroa (capa) envolvendo o poste.

PRÓTESES DENTÁRIAS

Próteses Dentárias (descrição)

As próteses dentárias podem ser removíveis (o paciente pode retirar a dentadura sempre que o desejar), ou fixas (cimentadas na raiz do dente ou na coroa devidamente preparada, ou ainda aparafusadas a implantes e só o dentista as poderá remover) . Ambas as próteses podem ser parciais ou totais.
A reposição breve dos dentes em falta, através de prótese dentária adequada, é fundamental para a estabilidade de todos os restantes. Se o lugar do dente ausente for na zona anterior, acresce o problema estético. Torna-se muito inestético um espaço escuro no meio de um conjunto claro, como aquele que é formado pelos dentes alinhados.

PRÓTESE REMOVÍVEL

Prótese dentária removível (Acrílicas e Esqueléticas)

As próteses removíveis podem ser parciais ou totais. As parciais removíveis são totalmente em acrílico ou com parte metálica chamada esqueleto e destinam-se a substituir um ou mais dentes. Estas últimas são conhecidas como esqueléticas.
As próteses dentárias esqueléticas cobrem uma porção menor da boca, devido à robustez da sua parte metálica. Usam ganchos nalguns dentes remanescentes para se manterem no lugar. Isto pode resultar num problema estético, se o gancho for muito visível. 
As próteses dentárias parciais removíveis em acrílico são as mais baratas e deveriam ter apenas um carácter temporário. No entanto são as mais usadas por razões sócio económicas. Este tipo de prótese é mantida na boca pelas retenções presentes nos dentes que ainda restam. 

O QUE É HIGIENE ORAL?

Cuidados pessoais para a higiene oral

A frequente e cuidadosa escovagem dos dentes com o uso de fio dental e pasta de dentes ajuda a prevenir o acúmulo de placa bacteriana e tártaro, os quais podem ocasionar cárie. Se esta se desenvolver o tratamento pode ser complicado. Uma boa saúde oral está associada ao bem-estar. Assim, os cuidados preventivos adoptados devem ser diários, incluindo a escovagem e o uso do fio dental. Com esta atitude impede-se que os problemas surjam, além de ser o método menos doloroso, dispendioso e preocupante de tratar da sua boca.
Os dentes devem ser escovados no mínimo duas vezes por dia, de preferência sempre depois das refeições e antes de dormir, e deve-se usar fio dental pelo menos uma vez por dia. Para algumas pessoas o uso de fio dental pode ser recomendado depois de todas as refeições. Consulte um dentista se precisar de orientação sobre as técnicas apropriadas de escovagem e uso do fio dental.

COMO TRATAR ?

Hálito puro e sorriso saudável são o resultado de uma boa higiene oral. Isso significa que, com uma higiene oral adequada:

  • Os seus dentes ficam limpos e livres de resíduos alimentares;
  • A gengiva não sangra nem dói durante a escovgem e o uso do fio dental;
  • O mau hálito deixa de ser um problema permanente.

Consulte o seu Estomatologista ou Médico-dentista caso as suas gengivas doam ou sangrem quando escova os dentes ou usa fio dental, e principalmente se estiver com um problema de mau hálito. Essas manifestações podem ser a indicação da existência de um problema mais grave.

O seu dentista pode ensiná-lo a usar técnicas corretas de higiene oral e indicar as áreas que exigem atenção extra durante a escovagem e o uso do fio dental.

O QUE É?

Dentisteria é o ramo da Medicina Dentária que actua na área da restauração dentária. Entre outros serviços, os profissionais desta valência tratam da restauração de cavidades provocadas por cárie, com uso de resinas ou amálgama de prata.
O seu principal foco é a restauração de dentes, já que a permanência de cárie pode causar problemas a vários níveis, além dos condicionados na mastigação dos alimentos.

DENTE DE LEITE A ABANAR, O QUE FAZER?

Dente de leite com mobilidade


Por volta dos sete anos de idade os primeiros dentinhos da criança começam a cair e começa a fase das “balizas”. Isso acontece porque os dentes permanentes absorvem o cálcio existente nas raízes do dente de leite. E quando esses dentinhos perdem a sua raiz ganham mobilidade e caem.

Caso o dente esteja difícil de cair naturalmente o especialista deve ser procurado para fazer a correcta remoção, porque se este dente permanecer mais tempo que o necessário pode atrapalhar a erupção do permanente e causar problemas ortodônticos.

Se houver muita hemorragia quando o dente cair basta fazer compressão na zona com compressa de gaze esterilizada.

O USO DO FLÚOR

O flúor é um elemento muito importante para a formação do biofilme, ou seja, a proteção dos dentes. Em contato com a saliva, que contém cálcio, fortalece o dente. Por isso, devemos usar flúor sempre.

As pastas dentifricas contém a proporção exata de flúor que devemos usar diariamente. 

Além desse tratamento diário, os especialistas recomendam, de 6 em 6 meses, uma visita ao dentista, onde se fará a remoção mecânica da placa bacteriana e aplicação tópica de gel de fluor se for considerado conveniente.

HIGIENE ANTES DE HAVER DENTES DE LEITE

Higiene oral mesmo sem os dentes de leite

Engana-se a mãe que acha que se deve se preocupar com a limpeza da boca e dos dentes do bebé só depois dos dentinhos de leite surgirem na boca. Pior ainda são as mães que acham que os dentes de leite não precisam de cuidados porque têm vida curta.

Os dentes de leite são importantes e merecem todo o cuidado. São eles que guiam o nascimento dos dentes permanentes, que abrem os espaços para a dentição posterior e são essenciais para uma boa mastigação e para a fala.

A saúde dos primeiros dentes conduz à saúde dos dentes permanentes.

Os primeiros dentes nascem ao redor do sexto mês de vida, mas a limpeza da boca deve começar antes, com uma gaze ou fralda molhada em água. Passa-se por toda a boca da criança limpando a gengiva, bochechas e língua.

Assim, desde pequenina a criança acostuma-se à intervenção na boca, não dando trabalho quando começar a ir ao especialista e com hábitos orais correctos.

Fase pré-escova - Cada idade tem um modo para se fazer a limpeza da boca. Logo que os dentinhos nascem a gaze ou fralda é substituída por uma dedeira. 

O uso de dentifrico só deve ser usado sob orientação do especialista. Existem no mercado pastas adequadas aos diversos grupos etários.

Cárie da chucha - É uma situação relativamente frequente nas crianças até três anos de idade e pode ser evitada com algumas atitudes: alimentação nocturna (seja o leite materno ou não) seguida do sono sem a devida higienização; uso excessivo de açúcares na alimentação da criança e o hábito que algumas mães têm de adoçar a chupeta para acalmar o bebé e fazê-lo dormir.

A boa higienização oral desde bebé é um bom começo para uma dentição saudável no futuro.

A GRÁVIDA NO DENTISTA

As futuras mães podem, e devem, cuidar dos seus dentes, independente do período de gestação. O especialista irá decidir quais os procedimentos que podem ser realizados e em que periodo. É importante que a grávida com necessidade de tratamento procure o especialista logo no começo da gravidez, para que se decida o momento e o procedimento mais oportuno. Normalmente esse momento é no segundo trimestre da gestação, período de maior estabilidade da mãe e do bebé.
O nível de saúde oral da mãe tem relação com a saúde oral da criança. Portanto, hábitos saudáveis de higiene oral e uma boa alimentação devem ser adoptados desde a gravidez. Para ter uma alimentação equilibrada a grávida deve evitar o consumo de açúcar, já que o açúcar natural dos alimentos é suficiente para a saúde da grávida  e do bebé.
Aquela história de que durante a gravidez os dentes da mãe ficam mais fracos e apresentam problemas não tem nenhum fundamento. O aparecimento de cárie nesse período está relacionado apenas com a mudança da dieta da grávida, e não com a gravidez em si. Com uma dieta balanceada e uma boa higiene oral, os dentes da mãe e os do bebé não serão prejudicados.

O que precisa saber sobre Saúde Oral

Na maioria dos casos cárie - principalmente em pessoas com menos de 35 anos. Problemas na gengiva causados pela falta de higienização oral também levam à perda de dentes.

Os dentes que estão ao lado do espaço vazio começarão a se inclinar para ocupar o lugar do que falta. O dente correspondente do maxilar oposto também tem tendência a mudar de posição para ir ao encontro de apoio. Estas alterações são frequentemente causa de lesões das articulações do maxilar inferior com dor e dificuldade de mastigação.

Não. Quem fuma em excesso, quem tem diabetes não controlados ou está em tratamento por tumor, hepatite ou osteoporose com medicação de bisfosfonatos, não deve, á partida, fazer implantes dentários. Necessitará de interromper o tabaco e avaliar a sua situação clínica péviamente.

Implantes dentários são estruturas de titânio inseridas cirurgicamente no maxilar para substituir as raízes dentárias. Uma vez colocados e após a fase de osteointegração permitem ao dentista realizar coroas cerâmicas para substituir os dentes perdidos.

Existem várias opções de tratamento para quem perde um dente. Usar uma prótese parcial removivel é uma delas. Outra opção é a prótese fixa incluindo os dentes próximos da falta. Para que tal aconteça esses dentes necessitam ser preparados, sendo desgastados na medida da necessidade, para construir as coroas de apoio nos dentes pilares e cimentar a ponte que inclui o dente em falta. Por fim, os implantes dentários, que são a opção mais eficaz e duradoura. Os implantes podem ser utilizados para substituir um ou todos os dentes da boca do paciente e, de acordo com vários estudos, são a solução mais recomendável e a que, se possível, deve prevalecer sobre as restantes.

Quando perdemos um dente é fundamental substituí-lo. A perda de um dente natural implica alteração do relacionameno entre os dois maxilares com compromisso da estabilidade das articulações maxilares. Também a falta de um dente leva ao aumento da carga nos restantes, situação que pode provocar o comprometimento da saúde dos mesmos. A juntar a isso, há o facto de haver redução do osso sempre que há perda de um dente e isto, naturalmente, provoca envelhecimento precoce do rosto, podendo afectar seriamente a estética do mesmo.

Como opção mais imediata recorrer a uma prótese parcialmente removivel, que substitua os dentes em falta, é uma hipótese. A solução definitiva deve ser sempre a prótese fixa, recorrendo aos dentes adjacentes para pilares ou, preferencialmente, a implantes.

São várias as opiniões respeitantes ao tempo de espera para colocar um implante após a perda do dente natural. Em alguns casos é possível fazer o implante imediatamente após a extracção do dente natural mas, para que isso aconteça, não pode haver infecção e é necessario, na maioria das situações, proceder a enxerto ósseo. De um modo geral, recomenda-se que o implante seja colocado, pelo menos, após 8 semanas após a extracção do dente.

A cárie dentária pode ser definida como uma destruição localizada dos tecidos dentários causada pela acção das bactérias. A desmineralização dos tecidos dentários (esmalte, dentina ou cimento) é causada por ácidos, especialmente o ácido lático, produzido pela fermentação bacteriana dos carboidratos da dieta, geralmente a sacarose. 

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Clínica Estomatológica
Dr. Fernando Martins

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